Já tinha passado algum tempo desde a última vez que se tinham encontrado. Quer dizer… pelo menos sozinhos.
“-Já tenho saudades das nossas conversas…”-diz-lhe ele.
Ela ri.
“-Então… é combinarmos uma tarde e matamos essas saudades”
”-E se fizéssemos uma sessão de fotos como nos velhos tempo?”
“-Olha… boa… até porque tenho equipamento novo para experimentar!”
“-Que seja, então! Esta tarde, na minha casa! Ainda tenho lá o estúdio montado.”
Depois de almoço, ela toca à campainha e fica boquiaberta com o que vê depois de ele lhe abrir a porta.
Em tom de brincadeira, diz-lhe:
”-Olá, jeitoso! Camisa preta? Uuuuuu…sexy…!!”
E desatam os dois às gargalhadas.
Ele pega na máquina dela e começa a tirar fotos.
Ao princípio, ela inibe-se, mas acaba por se soltar e fazer poses cada vez mais divertidas e até sensuais.
“-Chega!”- diz, tirando-lhe a máquina – “Agora é a minha vez!”
Já no estúdio, ela começa a sessão e começam a falar dos bons velhos tempos… das saídas com os amigos… das noitadas… da boa vida.
A meio da sessão, ele começa a desabotoar a camisa…
Ela pára e pergunta-lhe o que está a fazer.
“-Achei que podíamos fazer desta sessão, uma sessão… diferente…”
Um pouco nervosa, ela continua a disparar, sentindo o coração a bater cada vez mais depressa.
“-Incomoda-te? O meu corpo?”- pergunta-lhe ele ao mesmo tempo que se aproxima.
Ela responde-lhe que não, mas pensa “E de que maneira!!”…
Ele continua a aproximar-se e lança-lhe olhares provocantes. Apesar de ela o negar, consegue perceber que não lhe é indiferente.
De tronco nu, ele tira-lhe a máquina fotográfica das mãos e coloca-a em cima da mesa de trabalho do estúdio. Ela, por sua vez, permanece imóvel, tentando recompor-se do que tinha ali presente.
Frente a frente, ele pega na mão dela e faz com que sinta a sua pele, o seu tronco. Ela sente-se a acelerar cada vez mais, mas tentando manter-se controlada, tira mão do peito dele.
”-Pára…”- pede-lhe ela…
Ele contorna-a e, enquanto passa as mãos, suavemente, pelos braços dela, sussura-lhe “Queres mesmo que pare? A tua boca diz uma coisa… mas o teu corpo diz outra…”. Envolve-a, então, nos seus braços e dá-lhe um beijo no pescoço.
Ela estremece. De repente, vira-se novamente de frente para ele e, olhando-o nos olhos, diz:
“-Não, não quero! Mas não vai ser como tu queres! Vai ser como eu quero!”
Empurra-o para cima de um sofá que ali se encontra, senta-se no seu colo e beija-o intensamente. Ele liberta-a da camisola que veste e, aos poucos, vai saboreando cada centímetro da sua pele.
Ela levanta-lhe a cabeça e pede-lhe que desça mais… ele desce… e delicia-se nos seus seios…
Ela sai de cima dele e livram-se das já poucas peças de vestuário que ainda vestem.
Completamente descontrolada, ela regressa. Quer senti-lo! Quere-o dentro de si!
Sem tempo a perder, ele faz-lhe a vontade… e deixam o desejo tomar conta dos dois.
Ela vai acariciando cada pedaço daquele corpo que a deixa louca, enquanto trocam beijos intensos e cheios de paixão.
No auge do momento, ele aperta-a nos seus braços. Quer sentir a sua pele a tocar na dela… quer sentir o seu coração a bater junto ao dela.
Ela quer gritar, mas ele não deixa. Dá-lhe um beijo que a deixa sem fôlego.
Saciados, ele estende uma manta no chão e deitam-se bem juntos um ao outro.
Para adormecer? Não… para dar início a mais uma sessão… fotográfica.
sábado, 5 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Libertar de emoções...
“-Preciso de falar contigo… “-dizes-me.
“-Então? Que se passa?”- pergunto-te eu.
“-Vou afastar-me por uns tempos…”
”-Como assim afastar-te? Vais para onde?”
“-Não vou para lado nenhum… apenas preciso de me afastar de ti para perceber o que vai na minha cabeça… estou confuso… sinto coisas que não devo…”
”-Será que não deves mesmo?”
“-Claro que não devo! Somos amigos! Não podemos ser mais nada! Acabaríamos por perder tudo!”
“-Não sei porque te retrais… sabes bem que sempre me interessaste… nunca to escondi!”
”-Se assim é, porque te retrais tu?”
”-Porque decidi respeitar o teu espaço… respeitar as tuas decisões… porque decidi que devias de ser tu a perceber o que sentias! Sem imposições!”
“-Mas eu sei o que sinto… só não quero sentir… não posso!”
“-Porra! Claro que podes!”
Levantas-te e afastas-te de mim. Sigo-te.
“-Não é a fugir que vais achar uma solução!”
Encosto-te à parede, aproximo-me de ti e insisto…
“-Diz de uma vez por todas que me amas! Que me queres!”
”-Não é assim tão fácil… não te quero perder…”
”-E não me vais perder!”
”-Mas…”
”-Diz, então, que nunca pensas em mim! Diz que não me desejas!”
Silêncio total…
”-Diz, porra!!! Olha-me nos olhos e diz que não me desejas!!”
Levantas a cabeça e centras o teu olhar no meu. Num movimento rápido, obrigas-me a mudar de lugar contigo. Encostas-me à parede e, num misto de loucura e desejo, dás-me um beijo.
“-Sim, amo-te! Mais do que tudo na vida! E sim, desejo-te! Como nunca ninguém te desejou, nem eu desejei alguém!”
Cobres-me de beijos… deixas-me sem fôlego… e completamente louca…
Devoras-me… como se fosses o predador e eu a presa…
Delicias-te com cada centímetro do meu corpo…
E deixas-me à beira da loucura final…
Envolves o teu corpo no meu e sacias a fome que te andava consumir…
Fazes-me gritar…
No fim, dás-me um beijo doce… olhas-me nos olhos… e dizes:
”-Amo-te. Agora… sempre… e para sempre…”
“-Então? Que se passa?”- pergunto-te eu.
“-Vou afastar-me por uns tempos…”
”-Como assim afastar-te? Vais para onde?”
“-Não vou para lado nenhum… apenas preciso de me afastar de ti para perceber o que vai na minha cabeça… estou confuso… sinto coisas que não devo…”
”-Será que não deves mesmo?”
“-Claro que não devo! Somos amigos! Não podemos ser mais nada! Acabaríamos por perder tudo!”
“-Não sei porque te retrais… sabes bem que sempre me interessaste… nunca to escondi!”
”-Se assim é, porque te retrais tu?”
”-Porque decidi respeitar o teu espaço… respeitar as tuas decisões… porque decidi que devias de ser tu a perceber o que sentias! Sem imposições!”
“-Mas eu sei o que sinto… só não quero sentir… não posso!”
“-Porra! Claro que podes!”
Levantas-te e afastas-te de mim. Sigo-te.
“-Não é a fugir que vais achar uma solução!”
Encosto-te à parede, aproximo-me de ti e insisto…
“-Diz de uma vez por todas que me amas! Que me queres!”
”-Não é assim tão fácil… não te quero perder…”
”-E não me vais perder!”
”-Mas…”
”-Diz, então, que nunca pensas em mim! Diz que não me desejas!”
Silêncio total…
”-Diz, porra!!! Olha-me nos olhos e diz que não me desejas!!”
Levantas a cabeça e centras o teu olhar no meu. Num movimento rápido, obrigas-me a mudar de lugar contigo. Encostas-me à parede e, num misto de loucura e desejo, dás-me um beijo.
“-Sim, amo-te! Mais do que tudo na vida! E sim, desejo-te! Como nunca ninguém te desejou, nem eu desejei alguém!”
Cobres-me de beijos… deixas-me sem fôlego… e completamente louca…
Devoras-me… como se fosses o predador e eu a presa…
Delicias-te com cada centímetro do meu corpo…
E deixas-me à beira da loucura final…
Envolves o teu corpo no meu e sacias a fome que te andava consumir…
Fazes-me gritar…
No fim, dás-me um beijo doce… olhas-me nos olhos… e dizes:
”-Amo-te. Agora… sempre… e para sempre…”
terça-feira, 24 de abril de 2012
Chill Out Effects...
-Olá.
-Boas! Pontualíssima como sempre…
-Sabes como sou…
-Entra. Senta-te ali na sala que já te vou fazer companhia para pormos a conversa em dia. Vou só pôr o jantar no forno.
-Ok. Vou pôr um sonzinho para relaxarmos.
Entro na sala e percorro os teus cd’s até que descubro aquele cd perfeito. Coloco-o no leitor, ponho a tocar e sento-me no sofá à tua espera.
-Já está. Aproveitei e trouxe um garrafa de vinho para… hmmm… gostei da escolha musical… chill out… muito bom…
-Eu sei que gostas… e achei que seria muito bom como… banda sonora. Da conversa, claro!
Conversamos… rimos… e, quando damos por isso, a garrafa está vazia.
-Bolas! Já demos conta de uma garrafa? Assim não vou conseguir voltar para casa!!
-Não precisas de voltar…
-Oh… parvo! E fico onde? Aqu… hahahahaha!! És muito esperto…
Tiras-me o copo da mão e poisas os dois na mesa de apoio. Olhas para mim e mostras-me o teu melhor sorriso.
-Que foi? Que sorrisinho matreiro é esse?
Aproximas-te de mim… sempre de olhar fixo no meu… e beijas-me.
-Assim, o jantar vai arrefecer…
-Não te preocupes. Aquece-se outra vez… e outra vez… e quantas vezes forem precisas.
Sorrio e puxo-te para mim. Trocamos beijos quentes… e deixamos toda a intensidade da música invadir-nos o corpo.
Peça por peça, libertamo-nos de qualquer tipo de tecido. Sinto a tua pele tocar a minha… o calor do teu corpo… a sede dos teus beijos… e os nossos corações a bater cada vez mais forte. Por longos momentos, somos apenas um… partilhando o desejo… a loucura… a paixão… até que já não podemos mais.
-Bom… é melhor ir aquecer novamente o jantar.
-Queres ajuda…?
-Hmmm… para aquecer o jantar ou…?
Sorrio, apenas, e seguimos os dois até à cozinha…
-Boas! Pontualíssima como sempre…
-Sabes como sou…
-Entra. Senta-te ali na sala que já te vou fazer companhia para pormos a conversa em dia. Vou só pôr o jantar no forno.
-Ok. Vou pôr um sonzinho para relaxarmos.
Entro na sala e percorro os teus cd’s até que descubro aquele cd perfeito. Coloco-o no leitor, ponho a tocar e sento-me no sofá à tua espera.
-Já está. Aproveitei e trouxe um garrafa de vinho para… hmmm… gostei da escolha musical… chill out… muito bom…
-Eu sei que gostas… e achei que seria muito bom como… banda sonora. Da conversa, claro!
Conversamos… rimos… e, quando damos por isso, a garrafa está vazia.
-Bolas! Já demos conta de uma garrafa? Assim não vou conseguir voltar para casa!!
-Não precisas de voltar…
-Oh… parvo! E fico onde? Aqu… hahahahaha!! És muito esperto…
Tiras-me o copo da mão e poisas os dois na mesa de apoio. Olhas para mim e mostras-me o teu melhor sorriso.
-Que foi? Que sorrisinho matreiro é esse?
Aproximas-te de mim… sempre de olhar fixo no meu… e beijas-me.
-Assim, o jantar vai arrefecer…
-Não te preocupes. Aquece-se outra vez… e outra vez… e quantas vezes forem precisas.
Sorrio e puxo-te para mim. Trocamos beijos quentes… e deixamos toda a intensidade da música invadir-nos o corpo.
Peça por peça, libertamo-nos de qualquer tipo de tecido. Sinto a tua pele tocar a minha… o calor do teu corpo… a sede dos teus beijos… e os nossos corações a bater cada vez mais forte. Por longos momentos, somos apenas um… partilhando o desejo… a loucura… a paixão… até que já não podemos mais.
-Bom… é melhor ir aquecer novamente o jantar.
-Queres ajuda…?
-Hmmm… para aquecer o jantar ou…?
Sorrio, apenas, e seguimos os dois até à cozinha…
quinta-feira, 22 de março de 2012
Emoções em duas rodas...
-Vamos dar uma volta.
-Não… amanhã é dia de trabalho… e eu estou cansada…
-Vá lá… prometo que estamos de volta dentro de 1 hora, 1 hora e meia…
-Hmmm… está bem…
-Posso rodar punho?
-Desde que não me mates na primeira curva…
-Nunca! Seria incapaz de te fazer fosse que mal fosse!
Subiram para a mota e arrancaram.
Pouco tempo depois, ele faz-lhe sinal. Quer ir mais depressa… sentir a liberdade no corpo. Ela faz-lhe sinal que sim e agarra-se a ele.
Sente a adrenalina a aumentar… o coração a bater cada vez mais rápido… e apercebe-se que não é por culpa da velocidade…
Pensando que ela esteja a ficar assustada com a velocidade, ele começa a abrandar e param numa estação de serviço.
-Estás bem? – pergunta-lhe ele, depois de tirar o capacete.
Ela desce da mota e, enquanto tira o seu, acena-lhe que sim.
-E então… como foi? Gostaste? – pergunta-lhe ele.
Ela agarra-o e dá-lhe um beijo intenso que quase o deixa sem fôlego…
-Foi orgásmico…! – responde-lhe ela, finalmente. – Mas agora quero mais…
-Bom… ainda temos a viagem de regresso… posso rodar punho novamente…
A sorrir, ela diz-lhe:
-Não percebeste… quero mais… quero-te a ti! Não quero saber de mais nada… não quero saber de mais ninguém… só tu… só eu e tu… só nós… num fim de tarde de puro prazer…
-Então vem… sobe… vamos voltar e serei todo teu pelo tempo que me quiseres…
Subiram para a mota e seguiram para a viagem de regresso.
Mais uma vez, ele roda punho e ela sente o coração bater mais depressa… pela velocidade… pela adrenalina… por ele… por desejar sentir o corpo dele bem junto ao seu… e por saber que ele ia ser seu tal como ela era dele…
-Não… amanhã é dia de trabalho… e eu estou cansada…
-Vá lá… prometo que estamos de volta dentro de 1 hora, 1 hora e meia…
-Hmmm… está bem…
-Posso rodar punho?
-Desde que não me mates na primeira curva…
-Nunca! Seria incapaz de te fazer fosse que mal fosse!
Subiram para a mota e arrancaram.
Pouco tempo depois, ele faz-lhe sinal. Quer ir mais depressa… sentir a liberdade no corpo. Ela faz-lhe sinal que sim e agarra-se a ele.
Sente a adrenalina a aumentar… o coração a bater cada vez mais rápido… e apercebe-se que não é por culpa da velocidade…
Pensando que ela esteja a ficar assustada com a velocidade, ele começa a abrandar e param numa estação de serviço.
-Estás bem? – pergunta-lhe ele, depois de tirar o capacete.
Ela desce da mota e, enquanto tira o seu, acena-lhe que sim.
-E então… como foi? Gostaste? – pergunta-lhe ele.
Ela agarra-o e dá-lhe um beijo intenso que quase o deixa sem fôlego…
-Foi orgásmico…! – responde-lhe ela, finalmente. – Mas agora quero mais…
-Bom… ainda temos a viagem de regresso… posso rodar punho novamente…
A sorrir, ela diz-lhe:
-Não percebeste… quero mais… quero-te a ti! Não quero saber de mais nada… não quero saber de mais ninguém… só tu… só eu e tu… só nós… num fim de tarde de puro prazer…
-Então vem… sobe… vamos voltar e serei todo teu pelo tempo que me quiseres…
Subiram para a mota e seguiram para a viagem de regresso.
Mais uma vez, ele roda punho e ela sente o coração bater mais depressa… pela velocidade… pela adrenalina… por ele… por desejar sentir o corpo dele bem junto ao seu… e por saber que ele ia ser seu tal como ela era dele…
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Conversas à Beira-Mar
Sentados numa esplanada, dizes-me palavras doces ao ouvido…
“-Pára! Não comeces com as tuas coisas!” – digo-te, meio a rir…”- anda… vamos dar uma caminhada pelo areal… a ver se refrescas!”
Levantas-te e caminhas comigo pelo imenso areal. E estava maravilhoso… Sem ninguém à vista, tínhamos a praia toda por nossa conta.
Puxas-me e pões o braço por cima dos meus ombros… passo o meu por trás das tuas costas e caminhamos assim… abraçados…
Páras. Pergunto-te o que foi. Puxas-me para ti e dizes “-Tens alguma manta no carro? Não há por aqui ninguém… e… não sei se aguento até casa…”
A vontade era dizer-te que não… que não era o sítio indicado… mas… sorriu… dou-te um longo beijo e aceno com a cabeça que sim.
Em passo meio acelerado, vamos ao carro buscar uma manta que lá tinha.
Depois de escolheres o sítio perfeito e te certificares que não iriam haver olhares indiscretos, ajoelhas-te na manta e puxas-me, forçando-me a ajoelhar também.
Agarras-me e trocamos beijos ardentes. Surge-nos o medo de sermos apanhados mas… o desejo que sentimos fala mais alto.
Sentas-te… e eu sento-me no teu colo. Voltas a devorar-me os lábios… quase nem me deixas respirar…
Suavemente, tiras-me a camisola… e sorris, deliciado com a visão dos meus seios. Sabes que, dentro em pouco, irás prová-los…
Beijas-me o pescoço… e desces… e vais beijando…
Sinto a tua boca quente a percorrer cada milímetro… sinto-me a enlouquecer… e sinto-te aumentar de desejo…
Livres de empecilhos, sento-me em ti e deixo que entres em mim, num sobe e desce de desejo e paixão.
Abraço-te com força. “-Tás bem?”- perguntas-me baixinho ao ouvido. Aceno com a cabeça que sim… não tenho forças para mais… levas-me à loucura… fazes-me gemer…
Pouco depois, naquele cenário edílico, com o pôr-do-sol como pano de fundo e o som das ondas como banda sonora, atinjo o limite… tu também… mas parece que te falta algo.
Sorriu… e digo-te “-Anda… eu vou tratar de ti… mas em casa… em casa acabamos isto…”
“-Pára! Não comeces com as tuas coisas!” – digo-te, meio a rir…”- anda… vamos dar uma caminhada pelo areal… a ver se refrescas!”
Levantas-te e caminhas comigo pelo imenso areal. E estava maravilhoso… Sem ninguém à vista, tínhamos a praia toda por nossa conta.
Puxas-me e pões o braço por cima dos meus ombros… passo o meu por trás das tuas costas e caminhamos assim… abraçados…
Páras. Pergunto-te o que foi. Puxas-me para ti e dizes “-Tens alguma manta no carro? Não há por aqui ninguém… e… não sei se aguento até casa…”
A vontade era dizer-te que não… que não era o sítio indicado… mas… sorriu… dou-te um longo beijo e aceno com a cabeça que sim.
Em passo meio acelerado, vamos ao carro buscar uma manta que lá tinha.
Depois de escolheres o sítio perfeito e te certificares que não iriam haver olhares indiscretos, ajoelhas-te na manta e puxas-me, forçando-me a ajoelhar também.
Agarras-me e trocamos beijos ardentes. Surge-nos o medo de sermos apanhados mas… o desejo que sentimos fala mais alto.
Sentas-te… e eu sento-me no teu colo. Voltas a devorar-me os lábios… quase nem me deixas respirar…
Suavemente, tiras-me a camisola… e sorris, deliciado com a visão dos meus seios. Sabes que, dentro em pouco, irás prová-los…
Beijas-me o pescoço… e desces… e vais beijando…
Sinto a tua boca quente a percorrer cada milímetro… sinto-me a enlouquecer… e sinto-te aumentar de desejo…
Livres de empecilhos, sento-me em ti e deixo que entres em mim, num sobe e desce de desejo e paixão.
Abraço-te com força. “-Tás bem?”- perguntas-me baixinho ao ouvido. Aceno com a cabeça que sim… não tenho forças para mais… levas-me à loucura… fazes-me gemer…
Pouco depois, naquele cenário edílico, com o pôr-do-sol como pano de fundo e o som das ondas como banda sonora, atinjo o limite… tu também… mas parece que te falta algo.
Sorriu… e digo-te “-Anda… eu vou tratar de ti… mas em casa… em casa acabamos isto…”
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