É incrível o poder que certas pessoas conseguem exercer em nós...
Como nos deixam de pernas a tremer apenas com um simples olhar...
Como nos deixam sem palavras com um simples sorriso.
E como nos causam arrepios na espinha só por passarem perto de nós.
Fazem-nos sentir calor, mesmo quando está frio...
Fazem-nos desejar sentir a sua respiração...
Fazem-nos desejar tocar-lhes...
sentir a sua pele...
o seu calor...
Fazem-nos sonhar acordados...
E fazem-nos esquecer que o resto do Mundo existe...
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Louco momento inesperado...
A tarde está a findar… Saio do trabalho, ligo o carro e arranco. Finalmente… descanso. Atrás de mim, um carro faz-me sinal de luzes. Não ligo. A pessoa insiste.
“- Mas o que é que este gajo quer? ‘Tá com pressa? Passe por cima!” – digo eu para mim mesma.
Mas a pessoa não desiste e continua a fazer sinal de luzes.
Já passadíssima, tento ver se reconheço alguma coisa… o carro… a matricula… o condutor…
Começo a pensar que sim… sim a tudo…
Faço um gesto do tipo “que queres?” e ele faz-me sinal para encostar. Ligo o pisca e, assim que posso, encosto. Ele encosta mesmo atrás de mim. Pelo retrovisor, vejo-o a sair do carro e abro o vidro para saber porque raio era aquela aflição toda…
“-Que foi? Há azar?”
“-Sai do carro. Preciso de falar contigo.”
“-Mas que se passa? Que houve?”
“-Por favor… sai…”
Encolho os ombros, desligo o carro e saio.
Quase que nem me dás tempo de fechar a porta…
Agarras-me e pregas-me um beijo… em beijo capaz de me sugar a alma…
Não estivesses tu a segurar-me e cairia ali para o chão de tão sem forças que me deixaste…
“-Já não aguento mais! Olhar para ti… falar contigo… e não te poder tocar, beijar… está a dar comigo em doido…” – dizes-me.
“-Ehmmm… nem sei o que diga…”
“-Diz que sentes o mesmo… que me amas como eu te amo… que me desejas como eu te desejo…”
Não sei o que dizer, especialmente depois deste momento. Sem conseguir proferir uma palavra que seja, beijo-te… num beijo tão louco como estou por dentro…
“- Sentiste? Ou tenho de arranjar palavras para expressar os meus sentimento?”
Sorris.
“- Hmmm… não sei… não queres experimentar a dizer outra vez?”
E os nossos lábios voltam a tocar-se num misto de desejo e paixão. E as nossas línguas dançam ao som de uma musica que não se ouve…
Sem ligar a quem passa… apenas existindo nós no Mundo…
“- Mas o que é que este gajo quer? ‘Tá com pressa? Passe por cima!” – digo eu para mim mesma.
Mas a pessoa não desiste e continua a fazer sinal de luzes.
Já passadíssima, tento ver se reconheço alguma coisa… o carro… a matricula… o condutor…
Começo a pensar que sim… sim a tudo…
Faço um gesto do tipo “que queres?” e ele faz-me sinal para encostar. Ligo o pisca e, assim que posso, encosto. Ele encosta mesmo atrás de mim. Pelo retrovisor, vejo-o a sair do carro e abro o vidro para saber porque raio era aquela aflição toda…
“-Que foi? Há azar?”
“-Sai do carro. Preciso de falar contigo.”
“-Mas que se passa? Que houve?”
“-Por favor… sai…”
Encolho os ombros, desligo o carro e saio.
Quase que nem me dás tempo de fechar a porta…
Agarras-me e pregas-me um beijo… em beijo capaz de me sugar a alma…
Não estivesses tu a segurar-me e cairia ali para o chão de tão sem forças que me deixaste…
“-Já não aguento mais! Olhar para ti… falar contigo… e não te poder tocar, beijar… está a dar comigo em doido…” – dizes-me.
“-Ehmmm… nem sei o que diga…”
“-Diz que sentes o mesmo… que me amas como eu te amo… que me desejas como eu te desejo…”
Não sei o que dizer, especialmente depois deste momento. Sem conseguir proferir uma palavra que seja, beijo-te… num beijo tão louco como estou por dentro…
“- Sentiste? Ou tenho de arranjar palavras para expressar os meus sentimento?”
Sorris.
“- Hmmm… não sei… não queres experimentar a dizer outra vez?”
E os nossos lábios voltam a tocar-se num misto de desejo e paixão. E as nossas línguas dançam ao som de uma musica que não se ouve…
Sem ligar a quem passa… apenas existindo nós no Mundo…
domingo, 8 de março de 2009
Aquela manhã... (parte II)
(…)
”-Olá. Pensei que precisasses de companhia num dia frio como este.”
“-Mas… Mas… tu não devias de…”
“-Devia de nada. Se não quiseres companhia posso ir embora…”
“-Não! Fica! Ia agora começar a ver um filme. Senta-te que vou fazer meia dúzia de pipocas.”
“-Ok. Ah! Como calculei que não estivesses com muita vontade de fazer o almoço, trouxe-te uma surpresa para comermos.”
Já com as pipocas prontas, sentamo-nos no sofá. Um de cada lado, com a taça das pipocas no meio. É curioso… sempre soubeste aparecer na altura certa… parece que adivinhas quando ando a precisar de descomprimir.
Quase a meio do filme, levas a tua mão, discretamente, até à minha perna…
“-Aí não há pipocas…”
Sorris e tiras a mão, levando, de passagem, umas quantas pipocas para a boca.
O filme continua.
A dada altura, paras o filme.
“-Então? Não estás a gostar?”
“-Estou, mas apetece-me fazer-te uma coisa. Dá-me a tua mão.”
Pegas-me na mão e começas a passar com o teu dedo, muito levemente, na palma da mão…
“-Que fazes?”
“-Não estás a gostar?”
“-Hmm… estou… sabe bem…”
Largas-me a mão e dás-me um beijo muito suave.
Petrifiquei!
“-Há muito tempo que te queria beijar. Há demasiado até.”
Sem sequer pestanejar, levanto-me e viro-te as costas…
“-Desculpa… já vi que não devia de o ter feito…” – dizes-me enquanto te levantas e te colocas por trás de mim.
Viro-me e beijo-te.
“Estarei louca?” – pensei.
Sorris para mim, abraças-me e penso “não! Isto não pode estar a acontecer!”…
Mas deixo-me levar. Eu quero que aconteça!
De pé e agarrados, beijas-me o pescoço… hmmm… bom…
Meto as mãos por dentro da tua camisola. Quero sentir a tua pele.
Quase sem me largar o pescoço, tira-la e deixas-me percorrer todo o teu tronco desnudo com as mãos. Tento, também, beijar-te o pescoço, mas não deixas.
Agora és tu que me queres sentir.
Puxas-me a camisola do pijama para cima e despes-me, deixando os meus seios a descoberto.
Delicias-te neles e deixas-me completamente louca!
Hmmm… que loucura… sentir os teus lábios e a tua língua a percorrê-los…
Puxo-te para cima e beijo-te ardentemente.
“-Tás a deixar-me louca!”
“-Também tu me estás a deixar louco! Quero que sejas minha! Aqui e agora!”
Pegas em mim e deitas-me no sofá. Tiras-me as calças do pijama e despes as tuas.
Percorres todo o meu corpo com a tua boca. Peço-te que me deixes fazer o mesmo, mas beijas-me para que não diga nada.
Deitas-te por cima de mim, acaricias-me a cara e vais bem fundo.
Gemo. Tu também.
Passamos algum tempo neste vaivém de prazer até que explodimos.
Completamente exaustos, aninhas-te por cima de mim.
“-Acho que devia de ir preparando o almoço.”- dizes-me minutos depois.
“-Shhh! Não. Acho que o almoço pode esperar um pouco… assim… até ao jantar…”
Dás-me beijos ternos e recuperamos tudo o que perdemos por causa do medo de não sermos amados.
Naquela que era para ser uma manhã fria e que acabou por ser a mais quente das nossas vidas.
”-Olá. Pensei que precisasses de companhia num dia frio como este.”
“-Mas… Mas… tu não devias de…”
“-Devia de nada. Se não quiseres companhia posso ir embora…”
“-Não! Fica! Ia agora começar a ver um filme. Senta-te que vou fazer meia dúzia de pipocas.”
“-Ok. Ah! Como calculei que não estivesses com muita vontade de fazer o almoço, trouxe-te uma surpresa para comermos.”
Já com as pipocas prontas, sentamo-nos no sofá. Um de cada lado, com a taça das pipocas no meio. É curioso… sempre soubeste aparecer na altura certa… parece que adivinhas quando ando a precisar de descomprimir.
Quase a meio do filme, levas a tua mão, discretamente, até à minha perna…
“-Aí não há pipocas…”
Sorris e tiras a mão, levando, de passagem, umas quantas pipocas para a boca.
O filme continua.
A dada altura, paras o filme.
“-Então? Não estás a gostar?”
“-Estou, mas apetece-me fazer-te uma coisa. Dá-me a tua mão.”
Pegas-me na mão e começas a passar com o teu dedo, muito levemente, na palma da mão…
“-Que fazes?”
“-Não estás a gostar?”
“-Hmm… estou… sabe bem…”
Largas-me a mão e dás-me um beijo muito suave.
Petrifiquei!
“-Há muito tempo que te queria beijar. Há demasiado até.”
Sem sequer pestanejar, levanto-me e viro-te as costas…
“-Desculpa… já vi que não devia de o ter feito…” – dizes-me enquanto te levantas e te colocas por trás de mim.
Viro-me e beijo-te.
“Estarei louca?” – pensei.
Sorris para mim, abraças-me e penso “não! Isto não pode estar a acontecer!”…
Mas deixo-me levar. Eu quero que aconteça!
De pé e agarrados, beijas-me o pescoço… hmmm… bom…
Meto as mãos por dentro da tua camisola. Quero sentir a tua pele.
Quase sem me largar o pescoço, tira-la e deixas-me percorrer todo o teu tronco desnudo com as mãos. Tento, também, beijar-te o pescoço, mas não deixas.
Agora és tu que me queres sentir.
Puxas-me a camisola do pijama para cima e despes-me, deixando os meus seios a descoberto.
Delicias-te neles e deixas-me completamente louca!
Hmmm… que loucura… sentir os teus lábios e a tua língua a percorrê-los…
Puxo-te para cima e beijo-te ardentemente.
“-Tás a deixar-me louca!”
“-Também tu me estás a deixar louco! Quero que sejas minha! Aqui e agora!”
Pegas em mim e deitas-me no sofá. Tiras-me as calças do pijama e despes as tuas.
Percorres todo o meu corpo com a tua boca. Peço-te que me deixes fazer o mesmo, mas beijas-me para que não diga nada.
Deitas-te por cima de mim, acaricias-me a cara e vais bem fundo.
Gemo. Tu também.
Passamos algum tempo neste vaivém de prazer até que explodimos.
Completamente exaustos, aninhas-te por cima de mim.
“-Acho que devia de ir preparando o almoço.”- dizes-me minutos depois.
“-Shhh! Não. Acho que o almoço pode esperar um pouco… assim… até ao jantar…”
Dás-me beijos ternos e recuperamos tudo o que perdemos por causa do medo de não sermos amados.
Naquela que era para ser uma manhã fria e que acabou por ser a mais quente das nossas vidas.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Feliz...
Toca-me...
Beija-me...
Deixa-me sentir esse teu corpo...
Faz-me voar sem sair do chão...
Faz-me sentir como sempre fazes...
Faz-me sentir bem...
Faz-me sentir feliz...
Beija-me...
Deixa-me sentir esse teu corpo...
Faz-me voar sem sair do chão...
Faz-me sentir como sempre fazes...
Faz-me sentir bem...
Faz-me sentir feliz...
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Conversas Nocturnas...
-‘Tás aí?
-‘Tou. Hoje vai ser directo… tenho imensos trabalhos para fazer.
-E tens um bocadinho para mim?
-Claro. Tenho sempre um bocadinho para ti. E além disso, também preciso de um intervalo. Mas passa-se alguma coisa para andares por aqui a estas horas?
-Não. Não conseguia dormir e quando vi que estavas acordada, apeteceu-me falar contigo.
-Apeteceu-te ter uma daquelas nossas conversas nostálgicas?
-Não… apeteceu-me ter uma daquelas nossas conversas mais… interessantes…
-Hmmm… ‘tou a ver…’Tou a ver…
-Já que pessoalmente não queres nada…
-Não é não querer… sabes que não posso…
-Mas se pudesses…
-Sim… se pudesse…
-Sabes o que me apetecia agora?
-Vai sair coisa boa…
-Apetecia-me tocar-te… beijar-te…
-Não comeces…
-Começar pela face… tocar os teus lábio… beijar-te o pescoço…
-Tu não me provoques…
-Sentir a tua pele… o teu cheiro…
-Pára! Sabes que como isso me deixa…
-Sentir o teu corpo junto ao meu…
-Por favor… não me faças isto…
-Sentir o teu respirar na minha pele…
-Estás a deixar-me louca…
-Sentir-te tocar o meu corpo…
-Por favor… peço-te!
-Sentir-me dentro de ti…
-Não me tortures desta maneira…
-Sentir-te a atingir o céu sem sair do chão…
-Pára! Chega! Já não aguento mais… Quanto tempo levas a chegar?
-‘Tou. Hoje vai ser directo… tenho imensos trabalhos para fazer.
-E tens um bocadinho para mim?
-Claro. Tenho sempre um bocadinho para ti. E além disso, também preciso de um intervalo. Mas passa-se alguma coisa para andares por aqui a estas horas?
-Não. Não conseguia dormir e quando vi que estavas acordada, apeteceu-me falar contigo.
-Apeteceu-te ter uma daquelas nossas conversas nostálgicas?
-Não… apeteceu-me ter uma daquelas nossas conversas mais… interessantes…
-Hmmm… ‘tou a ver…’Tou a ver…
-Já que pessoalmente não queres nada…
-Não é não querer… sabes que não posso…
-Mas se pudesses…
-Sim… se pudesse…
-Sabes o que me apetecia agora?
-Vai sair coisa boa…
-Apetecia-me tocar-te… beijar-te…
-Não comeces…
-Começar pela face… tocar os teus lábio… beijar-te o pescoço…
-Tu não me provoques…
-Sentir a tua pele… o teu cheiro…
-Pára! Sabes que como isso me deixa…
-Sentir o teu corpo junto ao meu…
-Por favor… não me faças isto…
-Sentir o teu respirar na minha pele…
-Estás a deixar-me louca…
-Sentir-te tocar o meu corpo…
-Por favor… peço-te!
-Sentir-me dentro de ti…
-Não me tortures desta maneira…
-Sentir-te a atingir o céu sem sair do chão…
-Pára! Chega! Já não aguento mais… Quanto tempo levas a chegar?
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Devora-me...
Devora-me…
Apaga este fogo
que arde em mim…
Devora-me…
Sacia esta sede
dos teus beijos…
Devora-me …
Deixa-me sentir
esse teu corpo…
Devora-me…
E leva-me ao êxtase
com o teu toque…
Devora-me…
E acaba de uma vez
com esta loucura…
Devora-me.
Apaga este fogo
que arde em mim…
Devora-me…
Sacia esta sede
dos teus beijos…
Devora-me …
Deixa-me sentir
esse teu corpo…
Devora-me…
E leva-me ao êxtase
com o teu toque…
Devora-me…
E acaba de uma vez
com esta loucura…
Devora-me.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Surpresa...
Todos os anos era a mesma coisa. Prendas, jantar com os amigos, uns copos ao fim da noite, chegar a casa e dormir…
Todos os anos se esforçava para lhe comprar uma prenda original. Ele acabava sempre por conseguir ser ainda mais original que ela…
Mas este ano ia ser diferente… ela passou um ano inteiro a pensar na prenda mais original e inesperada que lhe podia dar. A dada altura, fez-se luz.
Eis que chega o dia. A meio da semana… nada mal… jantares e tal está fora de questão… perfeito!
Acordaram como se de um dia normal se tratasse. Ele olhou para ela com um lindo sorriso e deu-lhe um “Bom dia” como nunca havia dado… Ela, meio ensonada, respondeu um “Hum!? Ah… ya… bom dia…” e foi-se despachar para o trabalho.
“Coitada…” – pensou – “anda tão cansada que nem se lembra que dia é hoje… de certeza que se vai lembrar durante o dia e me vai mandar uma sms a pedir desculpas…”
Coitado era dele… nem sabia o que lhe esperava…
Quase à hora de sair do trabalho, ele recebe uma mensagem…
“Eu sabia! Lembrou-se!”
“Querido, desculpa ‘tar-te a chatear, mas não te importas de ir comprar uma garrafa de bom vinho? Acabou-se e sabes gosto de ‘tar prevenida…”
Resignado, lá comprou a garrafa de vinho…
Ao chegar a casa, ficou estupefacto… toda a sala estava iluminada por dezenas de velas… a mesa, estava disposta para um jantar a dois…e ela… bom, ela estava deslumbrante.
O seu vestido era semi-transparente e deixava adivinhar uma bela e sensual lingerie.
“É esse o meu presente?” – perguntou ele…
“Não te chega o jantar que preparei?”
“Claro, meu amor, claro…”
Deliciaram-se com uma bela refeição recheada de belos petiscos… ostras… caril…o tal vinho… demais!
No fim de tudo, ela levantou-se e disse-lhe que ia buscar a sobremesa…
Apareceu poucos minutos depois com uma taça de morangos, outra com chantily e um saco com uma prenda…
“Abre.”- disse-lhe, depois de poisar as taças.
Lá dentro, para surpresa dele, estava um par de algemas…
“Onde queres comer a sobremesa?” – perguntou-lhe ela, ao mesmo tempo que deixou cair o vestido no chão e lhe revelou uma lingerie de cortar a respiração…
Todos os anos se esforçava para lhe comprar uma prenda original. Ele acabava sempre por conseguir ser ainda mais original que ela…
Mas este ano ia ser diferente… ela passou um ano inteiro a pensar na prenda mais original e inesperada que lhe podia dar. A dada altura, fez-se luz.
Eis que chega o dia. A meio da semana… nada mal… jantares e tal está fora de questão… perfeito!
Acordaram como se de um dia normal se tratasse. Ele olhou para ela com um lindo sorriso e deu-lhe um “Bom dia” como nunca havia dado… Ela, meio ensonada, respondeu um “Hum!? Ah… ya… bom dia…” e foi-se despachar para o trabalho.
“Coitada…” – pensou – “anda tão cansada que nem se lembra que dia é hoje… de certeza que se vai lembrar durante o dia e me vai mandar uma sms a pedir desculpas…”
Coitado era dele… nem sabia o que lhe esperava…
Quase à hora de sair do trabalho, ele recebe uma mensagem…
“Eu sabia! Lembrou-se!”
“Querido, desculpa ‘tar-te a chatear, mas não te importas de ir comprar uma garrafa de bom vinho? Acabou-se e sabes gosto de ‘tar prevenida…”
Resignado, lá comprou a garrafa de vinho…
Ao chegar a casa, ficou estupefacto… toda a sala estava iluminada por dezenas de velas… a mesa, estava disposta para um jantar a dois…e ela… bom, ela estava deslumbrante.
O seu vestido era semi-transparente e deixava adivinhar uma bela e sensual lingerie.
“É esse o meu presente?” – perguntou ele…
“Não te chega o jantar que preparei?”
“Claro, meu amor, claro…”
Deliciaram-se com uma bela refeição recheada de belos petiscos… ostras… caril…o tal vinho… demais!
No fim de tudo, ela levantou-se e disse-lhe que ia buscar a sobremesa…
Apareceu poucos minutos depois com uma taça de morangos, outra com chantily e um saco com uma prenda…
“Abre.”- disse-lhe, depois de poisar as taças.
Lá dentro, para surpresa dele, estava um par de algemas…
“Onde queres comer a sobremesa?” – perguntou-lhe ela, ao mesmo tempo que deixou cair o vestido no chão e lhe revelou uma lingerie de cortar a respiração…
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