quarta-feira, 18 de abril de 2018
Selvagens insaciáveis...
Pego-te no rosto
e dou-te um beijo suave.
Apertas-me o rabo
e puxas-me para ti...
num movimento brusco
e que me deixa atrapalhada.
Ponho as mãos no teu pescoço
e deixo-me ir nas ondas do teu desejo.
As nossas bocas devoram-se...
e as línguas envolvem-se uma na outra.
Deixas-me sem fôlego...
ou talvez seja eu que te sugue o ar...
Certo é, que já nos custa respirar.
Os beijos tornam-se sôfregos...
e a paixão começa a fazer-se sentir.
Mordes-me o lábio
e eu não consigo não sorrir.
Soltas a perversa que há em mim
e isso deixa-te louco de tesão.
Encostas-me à parede
e desces ate ao chão.
Sabes que já estou molhada
e queres sentir essa excitação.
Mas o quente da tua língua
e os teus dedos frios ainda fazem pior!
Sinto as pernas a tremer
e imploro-te para parares!
Agarro-te no cabelo
e tento suplicar!
Mas já não consigo.
Fazes-me vir e só consigo gritar!
Continuas ate que começo a fraquejar.
As forças já escasseiam
e o ar já me começa a faltar.
Amparas-me nos teus braços
e olhas-me com satisfação.
Adoras este efeito que tens em mim...
Aumenta-te ainda mais a tesão.
Completamente possuído,
entras em mim em segundos.
E a cada movimento...
a cada investida...
soltas gemidos ao meu ouvido.
Louco e selvagem,
usas e abusas do meu corpo.
E já nem consigo resistir!
Nem quero!
Gosto tanto quando estás assim...!
Apertas-me o peito...
sugas-me os mamilos...
e vais cada vez mais fundo.
Tão bom quando tu me fodes...!
Tapas-me a boca para não gritar
e fodes-me à bruta.
Soltas o animal que há em ti
e já só pensas em te vir.
Sentes o momento a chegar
e libertas toda a tua essência.
Sinto-a dentro de mim!
Tão bom...!
Apoias-te em mim,
de pernas meio a tremer.
Beijas-me...
mordes-me o lábio...
e sorris...
porque sabes que tudo isto...
é apenas o princípio.
Apenas um abraço apertado...
Ele pede-lhe um abraço...
e ela abraça-o como se o fosse perder.
Desejaram que o tempo parasse...
e que ficassem assim...
nos braços um do outro.
Mas o tempo não pára...
nem podem fugir à despedida.
Olham-se nos olhos...
e não conseguem evitar beijarem-se.
Num beijo tão doce quanto suave...
tão confuso como destinado.
Ele aperta-a contra o seu corpo
e ela deixa as suas mãos
acariciarem o pescoço dele.
Querem libertar-se,
mas a força que os une é tremenda...
Os seus corpos pedem o calor um do outro...
pedem que as suas mãos
toquem cada pedaço...
cada centímetro.
Os seus corações aceleram...
e as suas respirações
ficam cada vez mais ofegantes.
Ela diz-lhe que é errado...
mas nenhum dos dois consegue parar.
O desejo domina-lhes as almas...
e a paixão corre-lhes nas veias como um vírus!
Peça atrás de peça...
sem se conseguirem controlar...
vão-se despindo um ao outro.
E envolvem-se...
num emaranhado de corpos nus...
suados e sedentos de prazer.
Entre gemidos e gritos abafados...
carícias suaves e investidas intensas...
deixam-se levar pelos seus instintos.
Tocam-se...
beijam-se...
mordem-se...
e devoram-se!
Sentem-se a perder o controlo dos corpos...
e a paixão a incendiar-lhes as almas.
Já não conseguem parar...
Já não querem parar.
Já só querem estremecer e gritar de prazer!
É tão estranho...
mas já lhes faz tanto sentido.
As suas vozes gemem em uníssono...
as suas almas entendem-se...
os seus corpos completam-se...
os seus desejos são os mesmos...
e a paixão é só uma...
A que têm um pelo outro
e que sempre tentaram negar.
sábado, 14 de abril de 2018
Sentir na ponta dos dedos...
Já perdi a conta
às vezes que escrevi e apaguei...
Tenho os sentimentos na ponta dos dedos
mas mais emaranhados que luzes de Natal.
Mal consigo escrever...
mal consigo pensar.
O teu beijo não me sai do pensamento...
e ainda sinto o teu toque no meu corpo.
Fecho os olhos...
ainda consigo ouvir as tuas palavras...
ainda oiço o teu respirar...
ainda consigo sentir o teu cheiro.
Sinto um calor a subir-me pelo corpo...
e o peito a ficar entesado.
Porra!
Como raio me deixas assim
se nem sequer estás aqui...?
Se nem sequer me estás a tocar?!
Eu não quero estar assim!
Não! Não! Não!
Não quero este desejo em mim!
Não quero que esta paixão se entranhe!
Respiro fundo,
mas as lembranças de ti não me largam!
Da suavidade do teu toque...
à força bruta de cada investida tua!
Merda!
Que já estou toda molhada!
Já não consigo resistir mais!
Desço a mão e toco-me.
Com movimentos iguais aos que fazes...
aqueles que sabes como me deixam.
E tu sabes tão bem o que fazer...
e como fazer...
Como e onde tocar...
até me deixares quase sem alma.
Chamo por ti bem alto!
Mas, foda-se, tu não estás aqui!
Tenho de ser eu a fazer tudo!
Que merda!
Mas agora já não consigo parar...
quase que nem consigo pensar!
Só em ti e nas tuas mãos em mim!
Queria tanto mais do que isso!
Insisto!
Intensifico!
E solto gemidos meio sufocados...
quero gritar mas a voz já se finou!
Todo o meu corpo estremece...
e a respiração começa a falhar.
Sinto-me a vir...
uma vez...
e outra vez...
e outra vez!
Já não consigo respirar!
E os orgasmos não param de vir!
Foda-se!
Que morro sozinha... sem ti!
Mas a sentir-te como se aqui estivesses.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
O Prazer de te dar prazer...
Apertas-me nos teus braços...
e sinto o teu coração a bater forte...
Fecho os olhos
e abraço-te com força.
As tuas mãos percorrem as minhas costas
e eu, inevitavelmente, arrepio-me!
Beijas-me...
mordes-me...
apertas o meu corpo contra o teu...
Sinto a tua tesão...
e tu sentes o meu desejo...
Não podemos...!
Não devemos...!
Mas é mais forte do que nós!
A tesão aumenta a cada segundo...
e a fome de prazer é mais que muita!
Já não mandamos nos nossos corpos...
Este desejo ardente
já está incontrolável!
A nossa roupa cai no chão em segundos.
As nossas peles tocam-se
e o meu coração acelera ainda mais.
O calor do teu corpo
faz-me disparar a paixão.
Quero tanto sentir-te dentro de mim!
Por favor não me provoques mais!
Olhas-me nos olhos...
e despes-me a alma!
Vejo o quanto também me queres sentir.
Empurras-me para a cama
e deitas-te em cima de mim.
As minhas mãos tocam a tua pele...
tentando sentir cada centímetro teu.
Entras em mim suavemente...
mas sabes que não é assim que eu gosto!
Não faças amor comigo!
Fode-me!
Deixa o teu corpo dominar o meu!
Obriga-me a saciar os teus desejos!
Faz-me estremecer e esquecer o Mundo la fora!
Gemes ao meu ouvido e dizes-me que te deixo louco!
Dominas-me!
Metes-me de quatro e puxas-me os cabelos!
Fazes-me gritar bem alto e eu esqueço a dor que sinto!
Agarras-me e não me deixas outra hipótese
senão a de te obedecer!
E sabes tão bem como isso me leva à loucura!
Sinto-te bem la dentro e tento aguentar...
mas é impossível controlar tanto prazer!
Mal consigo respirar...
as pernas já me tremem...
e já perdi a conta às vezes que me fizeste vir!
Perguntas-me se já chega...
talvez nas esperança que diga que sim.
Estás exausto e à beira do limite.
Aceno-te que sim...
que já nem forças para falar tenho.
E vens-te!
Sinto os teus fluidos a escorrer dentro de mim
enquanto te oiço gemer bem alto...
e venho-me...
uma última vez...
pela tesão de te dar tanto prazer...
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